Os dias passam a um ritmo que não consigo entender... Já não distingo as horas e o que que elas querem dizer... Não há distinção entre noite e dia... Existem planos, coisas que gostava de fazer, coisas que tenho de fazer... Elas são o meu relógio... O problema é que não avançam... Estão como num limbo, nunca passando para o plano da concretização... O meu tempo em coisas para fazer não passa, parece que ainda está tudo num único dia... Mas na verdade, na verdade já passaram milhões de dias, milhões de noites, que só distingo porque muda a cor do céu...
E os dias enrolam-me e embalam-me na sua doce melodia... E por aqui ando eu, como uma folha ao vento, numa eterna deambulação...
Acho que todos nós entendemos bem isso... As vezes não passa de uma fase até nos orgarnizarmos nas adaptações das étapas da vida...
ResponderEliminarÉ um teste á paciência :)
Beijinhos
(não ligues ao meu "blog")
Mas estas são as fases de maior inspiração e liberdade intelectual, o pensamento vaguea errante por uma coisa chamado tempo. Que no fundo, não existe. As vezes nem distinguimos o sonho da realidade, a noite do dia, as estrelas do amanhecer. È aquelas fases em que há um lado espiritual a interpretar e rever os ensinamentos da vida... mas tudo acabará por voltar ao normal...=)
ResponderEliminarOlá querida Sónia!
ResponderEliminarMuito obrigada por teres passado por cá!
Sim, às vezes vamos deambulando por todas as coisas que queremos fazer, em vez de as fazermos em definitivo :)
E creio que não é bem um teste à nossa paciência, mas um teste à nossa determinação.
Se queremos fazer algo, devíamos fazê-lo, seja fazer um álbum de fotos, tricotar uma camisola, fazer um trabalho, ou escrever um romance... Se queremos fazer algo, deviamo-nos atirar de cabeça! Começar, sem pensar...
Cansamo-nos mais a pensar no "tenho de fazer", "gostava de fazer", do que se realmente o fizéssemos logo!
Mas como diz o Kierkegaard, às vezes estas deambulações, incitam-nos a uma maior inspiração e liberdade intelectual...
Um grande beijinho,
e um muito obrigada!
Meus “sonhadores” que deleite ler as vossas deambulações.
ResponderEliminarOnde estais? Onde sonhais? Entre o como tratar e o idiomatizar? Entre Demera e um tango sensual? E a Sónia onde está? Entre as sombras fantásticas de um ser lindo que surge? Eu estou numa fase de vontade e de contra vontade de tanta e nenhuma contrariedade, serão erros meus? Má fortuna, amor ardente? Sei que ando solitária entre as gente, porque também sei que mudam-se os tempos e as vontades, o ser e a confiança, mas impensável seria, porem a vida, sem chocolate/coração/beijo e o Baco/Vasco, que todos amamos.
Vivam as férias, os disparates e a língua portuguesa
Volto um destes dias
Y
Numa palavra: AMEI :)
ResponderEliminarBelo jogo com as palavras!
Amamos mesmo as letras ;)
e digo o mesmo que tu,
"Vivam as férias, os disparates e a língua portuguesa"!
Obrigada Y! :)